Piadas de salão

Pérola (mais uma) do Galvão Bueno na abertura do jogo Brasil X Estados Unidos. A falar sobre a África do Sul informou que o país havia superado “o pior tipo de ditadura: aquela que cerceia o direito das pessoas.”

Vai ser burro assim na Globo. Quanto ganha esse cara?

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Apud Salomão Schwartzman: Em vez de nos esforçarmos tanto para deixar um mundo melhor para nossos filhos, que tal apenas deixar filhos melhores para o nosso mundo?

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Ainda uma piadinha contada pelo Salomão:

Um navio da Marinha americana chega a um porto no Mississipi.

O comandante recebe uma cartinha de uma mãe local, dizendo que sua filhinha debutaria no próximo dia tal. E pedia a ele que enviasse quatro de seus mais garbosos oficiais, em farda de gala, ao baile. Eles dançariam com as belas moçoilas e desfrutariam de uma noite de música e boa conversa.

Só não mandasse judeus, por favor. Eles detestavam judeus no lugar.

No dia e à hora aprazada, a campainha toca.

A mulher abre a porta e dá de cara com quatro magníficos oficiais de marinha, rapazes de estatura e físico invejáveis, impecáveis em seus uniformes brancos, empertigados, sorrisos nos rostos e quepes debaixo dos braços.

Todos negros.

— Acho que há um engano… Balbucia a mulher.

— Engano? – responde o marinheiro confuso – Não creio, senhora. O Capitão Goldberg jamais se engana!

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Outra de judeu, esta contada por Isaac Asimov:

Joseph jogava golfe com Yakov e Abraão.

Jogava tão mal que era uma vergonha. Não acertava um buraco no green a uma jarda de distância.

— Não tem jeito. Não presto para o golfe mesmo.

Yakov lhe toma pelos ombros.

— Joseph, tens ido à sinagoga?

— Não muito. Não Muito.

— Ahhhnn… fez Yakov enquanto Abraão balançava a cabeça.

E continuou:

— Joseph, tu tens que orar muito, tens que ler o Torah no templo, tens que ser contrito perante Deus. Veja Abraão e eu mesmo. Mal jogávamos há um ano. Mas uma conduta piedosa e uma presença constante na sinagoga resultou no golfe que jogamos hoje…

Joseph seguiu o conselho. Passou a freqüentar os cultos sem perder um só. Ajudou nas ações da sinagoga e nenhum irmão era mais fervoroso na leitura do Talmude.

Um ano depois convida os dois amigos para um jogo.

Já no terceiro buraco ficou claro que Joseph não só não estava jogando melhor como piorara consideravelmente.

Por fim arroja o taco ao chão, desconsolado.

Yakov lhe toma pelos ombros.

— Joseph, não tens ido à sinagoga?

— Tenho! Tenho! Todos os dias! Rezo, leio o Torah, faço tudo, tudo o que manda o rabino!

Yakov faz cara de dúvida.

— E a que sinagoga tens ido?

— À da rua 53, porquê?

— Aha!… fez Yakov enquanto Abraão lançava os braços para o ar em desalento.

E completou:

— A da Rua 53 é tênis!