Entrevárida noturna

Fecham-se os becos – todos – por onde passam as romizetas claudicantes da memória. Emparedadas, calam-se. E as réguas de cálculo dos distúrbios fenomênicos desalinham-se no dismilinguir dos queijos pelos ralos.

Bofetes espoucam e lança-chamas lambem os computadores onde se guardam todos os segredos.

E a nave vai, em dobra cinco, para a República do Líbano onde as vacas pousam, os bordelões cacarejam e nenhuma casta tilápia muge.

No convés, marmanjos e tios bebidos e furibundos.

Vá alguém entender as raspácias desta vida…