Entrevárida cardíaca

De abobo tensas por ligir de maio foram-se as mãos ao seio. E os arrumou tal qual pungindo (punindo?) e velino impávido do ocultíssimo colosso. E outra vez tentou, debalde (e de cântaros também, e de enxávias).

E ali ficou o tempo penso, e não suspenso, a alma a escorregar pelos lençóis fulvos de sol.

A moça fez que sim e depois fez que não.

Na tela a linha do coração parou. Depois, só de brincadeira, a linha da respiração desenhou um camelo.