A entrevárida explicada

A entrevárida explicada

Vivem me perguntando o que é, afinal, uma entrevárida

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Entrevárida da Babel esconsa

Entrevárida da Babel esconsa

Manus mamaris nicolenda prillo. E toc, toc, toc. — Wer ist? Bwana pitinga roubanet côco. Baranga em bela braga, restofering por cada estela, pia. —…

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Entrevárida cardíaca

Entrevárida cardíaca

De abobo tensas por ligir de maio foram-se as mãos ao seio. E os arrumou tal qual pungindo (punindo?) e velino impávido do ocultíssimo colosso….

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Entrevárida alquímica

Entrevárida alquímica

Com dez gárrulas e três cocóides faz uma touquinha. Depois trepana um ovo com muito cuidado para que não se desvencilhe a gema de seu…

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Entrevárida noturna

Entrevárida noturna

Fecham-se os becos – todos – por onde passam as romizetas claudicantes da memória. Emparedadas, calam-se. E as réguas de cálculo dos distúrbios fenomênicos desalinham-se…

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Entrevárida vingança

Entrevárida vingança

E eis que me deram às traças da cabeça uma guinada. Febris, febris como báculos bíblicos coleando pelas areias do deserto pois que cobras se…

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Entrevárida lusitana

Entrevárida lusitana

A poesia pode tomar muitas formas…

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Entrevárido oásis

Entrevárido oásis

No frigir das columéias sentei praça. E como sentei! Nem mesmo Napoleão, descravinando o deserto da Judéia em busca do louro, sombra me fazia. Mas…

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Entrevárida (1)

Entrevárida (1)

Não me queiram por coerente, que não o sou. As sortidas de minhas várias mentes pelo real do mundo são, necessariamente, confusas. A despeito do…

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