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Poemas


Repente de chegar em casa (4/2/2008)
Entre Frankfurt e Sampa dá pra fazer poesia.

Ah, esse cara tem... (13/3/2006)
O primeiro (e desajeitado) poema da minha vida

Churrasquinho de pai (22/3/2006)
Um poema muito particular para um momento muito particular.

Olhos no orkut (29/3/2006)
Os espelhos da alma às vezes dizem coisas estranhas...

Perdição (30/3/2006)
Meu primeiro - e único - poema geometrizado.

Soneto I (1/4/2006)
Não é só o primeiro. É o que mais gosto.

Soneto II (2/4/2006)
O primeiro soneto para engenheiros em língua portuguesa.

Soneto III (3/4/2006)
A sociedade dos poetas mortos deve estar se revirando no caixão...

Sed mi diros nun (23/4/2006)
Um palhinha de Esperanto na pena de Olavo Bilac.

Soneto IV (28/4/2006)
Que voz é essa, triste, que sussurra?

Soneto VI (5/5/2006)
Ouvindo Zeca Baleiro. Não pude resistir.

Soneto VII (26/5/2006)
Louco talvez...

A poesia da flor do girassol (1/9/2006)
Algumas pessoas são flores. Feliz de quem as conhece.

Soneto VIII (1/12/2006)
Há muitas formas de desabafar. Poetar é uma delas.

For an English speaking lady (8/12/2006)
English can be, sometimes, sweety

Feliz Ano Novo (29/12/2006)
Porquê não posso ficar em 2006 mesmo?

Soneto IX (2/1/2007)
O primeiro de uma série que não terá mais fim...

Soneto X (14/2/2007)
Darwin pode ser inspirador...

Perguntar não ofende (3/3/2007)
As coisas que ela diz de madrugada, pelo computador...

Oh, como sofre o militante! (1) (4/3/2007)
Uma poética visão dos que se sacrificam por nós.

Soneto XII (8/3/2007)
Troca de roupa sem pudor nem rédea...

Soneto XIII (9/3/2007)
Há que se pedir perdão a uma anja.

Pentimento (10/3/2007)
O que há por trás do que há?

Embaçando o Fusca (14/3/2007)
O poema mais lido -- e menos comentado. Por que será?

Pedrinhas (15/3/2007)
Me ensina, Beatriz, a não andar com os pés no chão...

Amor vetorial (25/3/2007)
De ponto em ponto ela ganhou corpo. E que corpo...

Rotina (31/3/2007)
Como será a vida atrás de cada janela acesa?

Semântica (31/3/2007)
Palavras tem peso...

Para o Flávio (1/4/2007)
É o jeito do amigo escritor tratar as palavras.

Soneto XIV (5/4/2007)
Não sou muito. Mas se queres fazer a travessia...

Marie (26/4/2007)
Ai de quem sabe as coisas que uma noite abraça...

Ultrapassagem (24/5/2007)
Tu és Massa, eu sou Rubinho
Sou só um imã numa geladeira...

Procela (25/5/2007)
Esse frio no convés...

Naufrágio (1/6/2007)
E tantos foram os tempos
E tantos os ventos...

Alento (8/6/2007)
Quando tudo o mais falta,
E as sandálias me pesam...

Lucidez (28/6/2007)
Ela merece, não merece?

Mineirim (9/7/2007)
Êta trem bão!

Adágio (16/8/2007)
Ah, o que uma musa não provoca...

Formigando (10/9/2007)
A segunda que a Bia me inspira.

Entrevárida lusitana (12/11/2007)
A idade nos prega muitas peças.

Respira (9/12/2007)
Desmonta a tua vida e bota
na mesa da sala de jantar

Cai Kai (9/12/2007)
Bem pequenininho. Coisa de japonês.

Feio poema (2/1/2008)
Quando falta a inspiração...

Poeminha (a)político (6/1/2008)
Não olhe! Não olhe!

Ao mestre, com carinho. (25/1/2008)
Uma singela homenagem a Mangabeira Unger.

Repente de chegar em casa (4/2/2008)
Entre Frankfurt e Sampa dá pra fazer poesia.

O xis da questão (12/2/2008)
Sexo sem complexo

A carta do jogo (24/2/2008)
Como disse Jorge Lemos: No baralho da vida, tu foste a carta do jogo...

Chama (7/3/2008)
O Dia da Mulher merece um poema. Sempre.

Soneto XV (21/3/2008)
Incalculável

Feliz Páscoa! (23/3/2008)
Como garantir seu ovo de Páscoa. Ou não.

Página tua (24/5/2008)
Alguns livros não tem fim...

Silhueta (7/6/2008)
Como é lindo o rosto da mulher que anda à nossa frente...

Risco (13/6/2008)
Amor também se empresta. Mas sem garantias...

Tarde, mais não muito (17/6/2008)
Do lado de fora, a vida. Dentro...

Vingança (27/6/2008)
Outra poesia perdida.

Poema perdido (3) (4/7/2008)
Um poema como escrito há 40 anos.

Bonjour Tristesse (18/7/2008)
O que será que me dá?

Amarelinha (19/7/2008)
As meninas brincando na calçada

Balada do Sapateiro (9/10/2008)
A triste sina de José Monteiro

As amarras e o pintor (24/1/2009)
O pintor e as amarras

Amor de passarinho (22/3/2009)
Passarinho que muito cisca...

Romance (3/4/2009)
Se conselho fosse bom, o Flávio não dava de graça.

Duplicidade (27/5/2009)
As aparências enganam

Ficção (30/5/2009)
O futuro às vezes atrapalha.

Brancos e livres (15/10/2009)
Não os meus...

Poeminha desnatado (16/10/2009)
As vacas são sagradas

Fuga noturna (26/5/2010)
O que a noite não esconde

 

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