Temas
Anfíbia
Blogando
Contos
Crônicas
Drops
Horta da Luzia
Humor
Memórias
Mini-séries
Mutantes
Opinião
Os ovos do dragão
Pecado e capital
Poemas
Sponhoz
Busca palavras
Mês a mês
2006
janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro2007
janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro2008
janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro2009
janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro2010
janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembroPoemas
Repente de chegar em casa (4/2/2008) Entre Frankfurt e Sampa dá pra fazer poesia.
Ah, esse cara tem... (13/3/2006) O primeiro (e desajeitado) poema da minha vida
Churrasquinho de pai (22/3/2006) Um poema muito particular para um momento muito particular.
Olhos no orkut (29/3/2006) Os espelhos da alma às vezes dizem coisas estranhas...
Perdição (30/3/2006) Meu primeiro - e único - poema geometrizado.
Soneto I (1/4/2006) Não é só o primeiro. É o que mais gosto.
Soneto II (2/4/2006) O primeiro soneto para engenheiros em língua portuguesa.
Soneto III (3/4/2006) A sociedade dos poetas mortos deve estar se revirando no caixão...
Sed mi diros nun (23/4/2006) Um palhinha de Esperanto na pena de Olavo Bilac.
Soneto IV (28/4/2006) Que voz é essa, triste, que sussurra?
Soneto VI (5/5/2006) Ouvindo Zeca Baleiro. Não pude resistir.
Soneto VII (26/5/2006) Louco talvez...
A poesia da flor do girassol (1/9/2006) Algumas pessoas são flores. Feliz de quem as conhece.
Soneto VIII (1/12/2006) Há muitas formas de desabafar. Poetar é uma delas.
For an English speaking lady (8/12/2006) English can be, sometimes, sweety
Feliz Ano Novo (29/12/2006) Porquê não posso ficar em 2006 mesmo?
Soneto IX (2/1/2007) O primeiro de uma série que não terá mais fim...
Soneto X (14/2/2007) Darwin pode ser inspirador...
Perguntar não ofende (3/3/2007) As coisas que ela diz de madrugada, pelo computador...
Oh, como sofre o militante! (1) (4/3/2007) Uma poética visão dos que se sacrificam por nós.
Soneto XII (8/3/2007) Troca de roupa sem pudor nem rédea...
Soneto XIII (9/3/2007) Há que se pedir perdão a uma anja.
Pentimento (10/3/2007) O que há por trás do que há?
Embaçando o Fusca (14/3/2007) O poema mais lido -- e menos comentado. Por que será?
Pedrinhas (15/3/2007) Me ensina, Beatriz, a não andar com os pés no chão...
Amor vetorial (25/3/2007) De ponto em ponto ela ganhou corpo. E que corpo...
Rotina (31/3/2007) Como será a vida atrás de cada janela acesa?
Semântica (31/3/2007) Palavras tem peso...
Para o Flávio (1/4/2007) É o jeito do amigo escritor tratar as palavras.
Soneto XIV (5/4/2007) Não sou muito. Mas se queres fazer a travessia...
Marie (26/4/2007) Ai de quem sabe as coisas que uma noite abraça...
Ultrapassagem (24/5/2007)
Tu és Massa, eu sou Rubinho
Sou só um imã numa geladeira...
Procela (25/5/2007) Esse frio no convés...
Naufrágio (1/6/2007)
E tantos foram os tempos
E tantos os ventos...
Alento (8/6/2007)
Quando tudo o mais falta,
E as sandálias me pesam...
Lucidez (28/6/2007) Ela merece, não merece?
Mineirim (9/7/2007) Êta trem bão!
Adágio (16/8/2007) Ah, o que uma musa não provoca...
Formigando (10/9/2007) A segunda que a Bia me inspira.
Entrevárida lusitana (12/11/2007) A idade nos prega muitas peças.
Respira (9/12/2007)
Desmonta a tua vida e bota
na mesa da sala de jantar
Cai Kai (9/12/2007) Bem pequenininho. Coisa de japonês.
Feio poema (2/1/2008) Quando falta a inspiração...
Poeminha (a)político (6/1/2008) Não olhe! Não olhe!
Ao mestre, com carinho. (25/1/2008) Uma singela homenagem a Mangabeira Unger.
Repente de chegar em casa (4/2/2008) Entre Frankfurt e Sampa dá pra fazer poesia.
O xis da questão (12/2/2008) Sexo sem complexo
A carta do jogo (24/2/2008) Como disse Jorge Lemos: No baralho da vida, tu foste a carta do jogo...
Chama (7/3/2008) O Dia da Mulher merece um poema. Sempre.
Soneto XV (21/3/2008) Incalculável
Feliz Páscoa! (23/3/2008) Como garantir seu ovo de Páscoa. Ou não.
Página tua (24/5/2008) Alguns livros não tem fim...
Silhueta (7/6/2008) Como é lindo o rosto da mulher que anda à nossa frente...
Risco (13/6/2008) Amor também se empresta. Mas sem garantias...
Tarde, mais não muito (17/6/2008) Do lado de fora, a vida. Dentro...
Vingança (27/6/2008) Outra poesia perdida.
Poema perdido (3) (4/7/2008) Um poema como escrito há 40 anos.
Bonjour Tristesse (18/7/2008) O que será que me dá?
Amarelinha (19/7/2008) As meninas brincando na calçada
Balada do Sapateiro (9/10/2008) A triste sina de José Monteiro
As amarras e o pintor (24/1/2009) O pintor e as amarras
Amor de passarinho (22/3/2009) Passarinho que muito cisca...
Romance (3/4/2009) Se conselho fosse bom, o Flávio não dava de graça.
Duplicidade (27/5/2009) As aparências enganam
Ficção (30/5/2009) O futuro às vezes atrapalha.
Brancos e livres (15/10/2009) Não os meus...
Poeminha desnatado (16/10/2009) As vacas são sagradas
Fuga noturna (26/5/2010) O que a noite não esconde







